sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Tina Turner - Break Every Rule
U2 - The Unforgettable Fire
Elton John - 21 at 33
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Culture Club - Kissing to Be Clever
Duran Duran - Duran Duran (1981)
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Madonna - Like a Prayer
O alvo da vez, um dos preferidos da diva, foi a Igreja Católica. Como toda descendente de italianos a cantora sempre teve essa relação de amor e ódio com o catolicismo (afinal seu próprio nome vem da tradição católica romana). Na época Madonna criou polêmica com o clip da música, colocando um Jesus negro em uma igreja de um bairro pobre de Nova Iorque, sofrendo mais uma vez a violência das ruas. Para ser mais ousada ainda surgiu beijando na boca o Messias. Um escândalo! Era o tipo de polêmica que ela queria na época pois se mostrar como uma artista ousada, desafiadora, sempre rendeu bons dividendos de popularidade. E a Igreja Católica com toda sua tradição milenar se mostrou um alvo certeiro mais uma vez. No fundo essas exibições polêmicas de Madonna não possuem qualquer valor mais à sério para se debruçar, pois é queiram ou não seus admiradores, apenas mais uma jogada de marketing. A diva sabe se promover, isso é um fato incontestável. Deixando isso tudo de lado temos aqui uma boa seleção musical com faixas que viraram grandes hits nas rádios. Por essa época de extrema popularidade praticamente todas as canções dos álbuns de Madonna viravam mais cedo ou mais tarde hits radiofônicos. Musicalmente os arranjos, como não poderiam deixar de ser, seguem o receituário da época, ou seja, muitos sintetizadores, melodias dançantes e letras derivativas. Mesmo assim são gravações deliciosamente descartáveis que hoje funcionam como pura nostalgia para quem viveu na época. Uma receita de sucesso que se mostrou imbatível por anos e anos a fio.
Madonna - Like a Prayer (1989)
Like a Prayer
Pablo Aluísio.
A-ha - East of the Sun, West of the Moon
Além dessa excelente faixa inicial o disco ainda traz outros atrativos, como por exemplo, a simpática "Early Morning". Ela foi lançada como single e seu clip foi gravado em pleno Rock in Rio II. A música fez sucesso nas rádios, o que acabou impulsionando suas vendas (no total o álbum conseguiu vender mais de três milhões de cópias ao redor do mundo desde seu lançamento original, um número digamos de respeito). Pois bem, depois dessas duas faixas mais conhecidas o álbum segue em frente com uma coleção de boas canções, todas agradáveis. O A-ha também sempre se mostrou muito bom em álbuns justamente por essa capacidade de os preencher com um bom repertório aos ouvidos. Certo, não existem obras primas, mas todas valem ao menos uma audição descompromissada e relaxante. Curiosamente no meio desse retalho sonoro bem ok, a única que nunca me agradou muito foi justamente a canção título do disco, "East of the Sun". Apesar do bom arranjo de voz e violão (e quarteto de cordas ao fundo) nunca consegui realmente gostar de seu refrão. Já "Cold River" se sobressai por causa de seu ritmo mais voltado a um jazz sofisticado. Só peca por ser curta demais. Então basicamente é isso. Não é o meu disco preferido do A-ha, mas certamente vale a pena ter em sua coleção.
A-ha - East of the Sun, West of the Moon (1990)
Crying in the Rain
Early Morning
I Call Your Name
Slender Frame
East of the Sun
Sycamore Leaves
Waiting for Her
Cold River
The Way We Talk
Rolling Thunder
(Seemingly) Non-stop July
Pablo Aluísio.
Michael Jackson - Dangerous
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Bruce Springsteen - The Wild, the Innocent & the E Street Shuffle
Elton John - Tumbleweed Connection
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Queen - A Night at the Opera
Queen - Sheer Heart Attack
Queen - Queen II
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Eagles - One of These Nights
Eagles - Desperado
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Pink Floyd - Ummagumma
Pink Floyd - More
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Diana Ross (1970)
A recepção crítica foi bastante positiva e muitos observadores enxergaram o álbum como um teste decisivo para o futuro da cantora. O trabalho recebeu elogios pela qualidade dos arranjos, pela produção refinada e pela interpretação emocional de Diana Ross. Críticos destacaram especialmente sua capacidade de transmitir sensibilidade e elegância sem recorrer a excessos vocais, uma característica que se tornaria uma de suas marcas registradas. O álbum alcançou o primeiro lugar na parada americana de R&B e chegou ao Top 20 da Billboard 200, um resultado considerado excelente para uma estreia solo. O grande destaque foi a nova versão de Ain't No Mountain High Enough, originalmente gravada por Marvin Gaye e Tammi Terrell. A interpretação de Diana transformou a canção em um épico soul de mais de seis minutos, alcançando o primeiro lugar da Billboard Hot 100 e rendendo à cantora sua primeira indicação ao Grammy como artista solo. O sucesso confirmou que ela poderia sobreviver artisticamente longe das Supremes e consolidou sua posição entre as maiores estrelas da Motown.
Com o passar dos anos, Diana Ross passou a ser reconhecido como um dos álbuns mais importantes da transição entre os anos 1960 e 1970 na música soul. Além de lançar oficialmente a carreira solo da cantora, o disco ajudou a estabelecer um modelo para diversas artistas femininas que buscavam independência artística após experiências em grupos vocais. Sua influência pode ser percebida em intérpretes das décadas seguintes, especialmente na forma como combinava sofisticação, acessibilidade comercial e forte personalidade artística. Muitos críticos ainda consideram este um dos melhores trabalhos da carreira de Diana Ross, graças ao equilíbrio entre produção, repertório e interpretação. O álbum também permanece como um dos grandes exemplos do talento de Ashford & Simpson como produtores. Atualmente, é lembrado não apenas pelo enorme sucesso de “Ain't No Mountain High Enough”, mas por simbolizar o nascimento de uma das carreiras solo mais bem-sucedidas da história da música popular. Mais de cinquenta anos após seu lançamento, continua sendo uma obra fundamental do catálogo da Motown e um clássico da soul music.
quinta-feira, 25 de junho de 2026
John Lennon - Unfinished Music No. 2: Life with the Lions
A foto da capa também registrava esse terrível momento com Lennon sentado no chão ao lado de Yoko na cama do hospital. No meio da emergência da situação não havia uma cama para Lennon no leito de Yoko mas ele nem se importou, ficou no chão mesmo, esperando ela se recuperar da cirurgia. Em uma entrevista recordou depois: “Não havia uma cama para o beatle John. Afinal de contas quem precisa de um beatle?”. Esse é um trabalho que segue a filosofia do disco anterior, ou seja, é um tipo muito especifico de proposta que provavelmente só vai interessar mesmo os mais fanáticos fãs de John Lennon e Yoko Ono.
Não tem nada a ver com os discos comerciais de John ao lado dos Beatles. Analisando bem esse tipo de gravação sempre teve muito mais a ver com a arte de Yoko do que a de John. São apenas sons experimentais, sonoridades ao acaso, unidas sem que necessariamente façam algum sentido. Não deixa de ser interessante, temos que reconhecer, mas dificilmente convida o ouvinte a mais de uma audição. O fã de Lennon conhece esse tipo de álbum mais para matar a curiosidade do que por qualquer outra coisa. Tudo soa como alternativo ao extremo. De qualquer maneira fica aqui o registro para os admiradores do membro mais radical dos Beatles.
John Lennon - Unfinished Music No. 2: Life with the Lions (1969)
Cambridge 1969
No Bed for Beatle John
Baby's Heartbeat
Two Minutes Silence
Radio Play
Pablo Aluísio.
Roberto Carlos - Roberto Carlos Canta Para a Juventude
Logo que de cara gostei bastante de "História de Um Homem Mau", uma versão de Roberto Rei para a canção americana "Ol'man Mose". Como sempre fui fã de westerns, ouvir aquela letra, muito bem bolada e simpática, foi realmente gratificante. Já os "Os Sete Cabeludos" de Roberto e Erasmo tinha um certo toque cinematográfico, inclusive com efeitos sonoros bem legais. Uma faixa forte para os padrões da jovem guarda, sempre tão doce e apaixonada. Também gostei bastante de "Eu Sou Fã do Monoquini", que usava uma letra bem cafajeste (no bom sentido) para louvar a nova moda que estava quase estourando nas praias cariocas (e que ficaria conhecida anos depois como "Topless"). Já das faixas do álbum sempre gostei bastante de "Brucutu", outra versão nacional para uma música americana. O estilo satirizando o famoso personagem dos quadrinhos mostrava o quanto o disco era pop e antenado com a cultura jovem da época. Há obviamente faixas bem açucaradas e românticas que são a cara da jovem guarda como por exemplo "Não Quero Ver Você Triste" (que tem uma melodia muito bonita) ou até mesmo a doce "Rosita". No geral Roberto Carlos, apesar da pouca idade, já mostrava sinais de que iria de fato se tornar o cantor número 1 do país. Era um jovem focado, carismático, que acima de tudo cantava muito bem. Um artista talentoso realmente. Além disso discos saborosos como esse ajudaram e muito em sua subida para a fama e o sucesso. Um disco para ser redescoberto, certamente.
Roberto Carlos Canta para a Juventude (1965)
História de Um Homem Mau (Ol'man Mose)
Noite de Terror
Como É Bom Saber
Os Sete Cabeludos
Parei... Olhei
Os Velhinhos
Eu Sou Fã do Monoquini
Aquele Beijo Que Te Dei
Brucutu (Alley-oop)
Não Quero Ver Você Triste
A Garota do Baile
Rosita
Pablo Aluísio.




.jpeg)


.jpeg)










